Minha primeira participação nas reuniões semanais do labterra foi algo sui generis. Chegava eu após um "bom" almoço no bandejão da Química para a minha primeira de muitas reuniões do laboratório, onde se apresentavam os resultados dos diferentes projetos e novas ideias e/ou experiências eram propostos. Pois bem, eis que chego para a reunião (ou seminário?) e a mesma já havia começado. Procurei passar na frente dos demais presentes da forma mais discreta possível e procurei dirigir-me para o fundo do Anexo (local onde ocorriam as reuniões) para não atrapalhar (mais) as pessoas que estavam deveras compenetradas com a explanação, quase num estado de torpor. Tudo ia bem com minha estratégia e teria tudo dado certo se não fosse por um pequeno, quase insignificante detalhe: as imagens eram projetadas na parede onde havia uma pequena lousa através de um retroprojetor e a lousa era apoiada no chão, exatamente na lateral do caminho por onde passei, discretamente, quase um ninja. Bem, na passagem, meu nada discreto pé esbarrou na lateral da pequena lousa. Dois passos meus depois do esbarrão, eis que aquela pequena lousa estatela-se no chão fazendo, naquele singelo momento, um barulho tal que a alma de alguns dos presentes subiu ao terceiro céu e voltou. Obviamente, fiquei extremamente envergonhado e, puxa vida, nunca desejei tanto aqueles buracos portáteis da ACME que o coiote (do desenho do papa-léguas) sempre tinha à disposição. Nada como uma entrada nada triunfal...
Nossa Alc,
ResponderExcluireu achava que tinha sido mais complicado ainda, não sei porque achei que algo tinha ocorrido também com a cadeira onde você sentou,
mas devo estar fazendo confusão.
Oi, Clélia. Essa história da cadeira foi numa outra ocasião. Depois vou postar essa tbm em separado para evitar ambiguidade. Bjs. Alcides.
ExcluirOi, Clélia. Essa história da cadeira foi numa outra ocasião. Depois vou postar essa tbm em separado para evitar ambiguidade. Bjs. Alcides.
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